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Parceiros

USP
O PARCEIRO
A Universidade de São Paulo (USP) tem enorme história
e tradição na pesquisa nacional.
Com ela, Cristália estabeleceu parceria que permitiu
o desenvolvimento de vários projetos, desde as primeiras
iniciativas de produção nacional de fármacos
pelo Laboratório, até o lançamento de
anestésico local inédito no mundo, a mistura
não-racêmica da bupivacaína, além
da participação no projeto dos anestésicos
halogenados para administração venosa.
Em 1986, Cristália estabeleceu seu primeiro convênio
com a USP, através do Departamento de Tecnologia BioquímicoFarmacêutica
da Faculdade de Ciências Farmacêuticas. Era reitor
da USP, na ocasião, o Prof. José Goldemberg.
Este convênio tem como finalidade estreitar o relacionamento
entre a Universidade e a Indústria, objetivando o desenvolvimento
de pesquisa para síntese de matéria-prima e
intermediários de interesse da indústria farmacêutica.
OS PROJETOS
MEPERIDINA
Um dos primeiros narcoanalgésicos produzidos e sintetizados
pelo Laboratório Cristália, a meperidina, foi
desenvolvido como fruto deste histórico convênio,
que teve no Dr. Bronislaw Polakiewicz, o pesquisador principal
e coordenador do projeto.

LEVOBUPIVACAÍNA EM EXCESSO ENANTIOMÉRICO DE
50%
Do Laboratório de Anestésicos Locais da Universidade,
a partir de linha de pesquisa da Profª. Dra. Maria dos
Prazeres B. Simonetti, surgiu um novo conceito em anestésicos
locais a utilização balanceada de isômeros
- com o intuito de obtenção de anestésico
local com máximas eficácia e segurança.
Essa linha de pesquisa utilizou os isômeros então
obtidos pelo Laboratório Cristália, que já
dominava a tecnologia de resolução óptica
de substâncias quirais, permitindo o lançamento
comercial da levobupivacaína em excesso enantiomérico
de 50%, formulação inédita no mundo.
Concretizou-se então a possibilidade de aliar a eficácia
do isômero dextro, numa proporção menor
do que na bupivacaína racêmica, com a segurança
da levobupivacaína, com melhor relação
eficácia-segurança.

HALOGENADOS EM EMULSÃO
Nos laboratórios de pesquisa da Faculdade de Medicina
Veterinária e Zootecnia da USP estão sendo realizados
testes pré-clínicos com o isoflurano emulsionado,
conduzidos pela Profª. Denise Fantoni. Em conjunto com
o Laboratório de Investigação Médica
do Departamento de Anestesiologia da Faculdade de Medicina
da USP (Prof. Dr. José Octávio C. Auler Jr.),
a Universidade participa também do desenvolvimento
multicêntrico, em parceria com a Cristália, deste
novo e audacioso projeto.
Na concentração de 10%, a substância,
dentro de conceito inovador de administração
de halogenados, é administrada por via venosa aos animais
(cães).
O projeto prevê estudos de eficácia e segurança
e estabelecimento de parâmetros farmacocinéticos.
O trabalho conjunto permitirá a rápida aquisição
de conhecimentos sobre o comportamento biológico da
substância, preparando, para breve, a execução
da fase da pesquisa em humanos deste novo procedimento anestésico.
DISFUNÇÃO ERÉTIL
O Departamento de Urologia da Faculdade de Medicina da USP
participa do rol de parceiros da Cristália, dando início
ao desenvolvimento das fases I e II do estudo de nova molécula
para tratamento da disfunção erétil,
atualmente na fase final da pesquisa pré-clínica.
A larga experiência na área e a existência
de pesquisadores de renome naquele Departamento, permitirão
que a fase clínica do projeto receba tratamento profissional
e competente, viabilizando, com segurança, o lançamento
deste novo fármaco.
Esta substância, como demonstra a literatura, poderá
também ter sua utilidade no tratamento da hipertensão
pulmonar primária por ser um inibidor seletivo da fosfodiesterase-5.
OS BENEFÍCIOS
O trabalho conjunto com esta importante Instituição,
que participou dos primórdios da pesquisa no Laboratório
Cristália, é exemplo da seriedade com que o
desenvolvimento farmoquímico é tratado pela
empresa.
O surgimento da meperidina de síntese nacional, de
anestésico local inédito no mundo, de possibilidades
de uso clínico de halogenados emulsionados, além
de novas moléculas para tratamento da disfunção
erétil e da hipertensão pulmonar primária,
são alguns frutos desta parceria, com benefícios
reais para a população e comunidade médica
brasileiras.
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