Home English Español
Empresa | Atuação | Endereços | Produtos | Saúde & Cia | Imprensa | Eventos | Área Médica | Links | Atendimento

Área Médica
 

  Usuário:
 
  Senha:
 

   Cadastre-se
   Atualizar dados
   Sua senha
 

Empresa

Home > Empresa > Parceiros > UFRJ
 

Parceiros

UFRJ

O PARCEIRO

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), uma das maiores universidades públicas do Brasil, é celeiro de grandes pesquisadores e projetos de pesquisa de alta qualidade. O Laboratório de Farmacologia da Excitação–Contração Muscular e o Centro de Diagnóstico e de Pesquisa da Hipertermia Maligna são duas das unidades com as quais Cristália desenvolve uma de suas mais profícuas parcerias. Iniciado em 1997, o projeto de integração pressupõe os seguintes propósitos:

  1. esenvolver projetos de pesquisa:
    a) monitorando a bioeficácia de produtos em fase de comercialização;
    b) testando a bioeficácia de novas formulações;
    c) investigando a potência e eficácia biológica de novas substâncias, com potencialidade para se tornarem fármacos;
  2. aprimorar a formação de profissionais alocando os recursos destinados ao desenvolvimento dos projetos, na formação de mestres e doutores em Ciências Básica e Clínica;
  3. gerar material bibliográfico publicando os resultados das pesquisas em revistas especializadas
    e em anais de congressos nacionais e internacionais.

OS PROJETOS

HALOGENADOS EM EMULSÃO

A possibilidade do uso de anestésicos inalatórios por via venosa constitui um novo e potencialmente útil desafio, no momento em que há grande preocupação com a poluição do ambiente cirúrgico e a reduzida opção por anestésicos gerais venosos.

O isoflurano emulsionado foi administrado em bolo, pela via venosa, na cauda de camundongos para determinar a dose hipnótica (DH50) e simular a indução da anestesia por injeção venosa rápida e única. O isoflurano foi também infundido na veia de camundongos para simular a indução e manutenção da anestesia com administração contínua. A avaliação da segurança da droga foi acompanhada registrando-se continuamente a pressão arterial, freqüência cardíaca e o eletrocardiograma em camundongos submetidos à infusão.

De acordo com os resultados dos experimentos preliminares, o isoflurano administrado por via intravenosa, em forma de infusão, provoca anestesia de indução rápida, com alterações hemodinâmicas de pouca relevância clínica e um despertar rápido e suave. A dose ideal para administração em bolo deverá ser determinada em novos estudos.


ISÔMEROS DO TRAMADOL NO NEUROEIXO

Outra importante contribuição surgida da parceria entre Cristália e UFRJ foi a separação e o estudo da ação dos isômeros do tramadol.

O Tramadol, opióide agonista parcial do receptor opióide µ, é uma mistura de dois isômeros, o S(+) e o R(-) tramadol. A atividade agonista opióide depende do isômero S(+) tramadol. O efeito do isômero R(-) tramadol resulta da estimulação de vias adrenérgica e/ou serotoninérgica. A potencialidade terapêutica dos isômeros, isoladamente ou de suas misturas, tornou o tramadol uma substância de grande interesse clínico.

Recente trabalho do laboratório investigou uma possível interação do tramadol e de seus isômeros, na duração do bloqueio motor e sensitivo induzido pela S(-) bupivacaína, administrados pela via peridural em camundongos. Além disso, foi pesquisado o envolvimento dos receptores adrenérgicos e opióides neste efeito.

Os resultados mostram que tanto os isômeros S(+) e R(-) quanto a mistura racêmica do tramadol aumentam significativamente a duração dos bloqueios motor e sensitivo induzidos pela S(-) bupivacaína. Parte destes efeitos são revertidos pela ioimbina, o que mostra a importância da ativação do receptor a2 adrenérgico na ação do Tramadol.


MISTURA NÃO-RACÊMICA DA ROPIVACAÍNA

Os testes com novos anestésicos locais têm sido uma constante na parceria entre Cristália e UFRJ. A validação criteriosa dos ensaios e o cuidado com que são realizados, fazem do Laboratório de Farmacologia, comandado pelo Prof. Dr. Roberto Takashi Sudo, uma referência nacional nesta prática.

Projeto relevante dentro desta parceria avalia os isômeros da ropivacaína e as possibilidades práticas de utilização destas substâncias. A ropivacaína está disponível para uso clínico na sua forma levógira ou S(-) ropivacaína. Pouco se sabe da farmacologia da dextro ou R(+) ropivacaína.

O projeto investigou de forma comparativa a potência da mistura 75S:25R Ropivacaína com os seus isômeros isoladamente e também com a bupivacaína e seus isômeros R(+) e S(-) bupivacaína.

Pesquisas como estas contribuem para colocar ao alcance do anestesiologista uma maior gama de anestésicos locais, com características tais que permitam a escolha da melhor alternativa para cada procedimento.

AZUMOLENE - NOVA SUBSTÂNCIA PARA HIPERTERMIA MALIGNA

A Hipertermia Maligna, durante muitos anos, permaneceu sem tratamento farmacológico adequado no Brasil. Cristália disponibilizou o dantrolene sódico (DS), inicialmente importado e, algum tempo depois, passou a fabricá-lo em seus laboratórios, reduzindo sensivelmente seu custo de comercialização.

Entretanto o dantrolene ainda tem seus inconvenientes, como o grande volume de líquido que deve ser infundido para sua administração aos pacientes, além da dificuldade da diluição do fármaco, o que demanda um tempo precioso no tratamento da crise de Hipertermia Maligna.

Recentemente, foi sintetizado pelo laboratório Cristália um congênere do dantrolene sódico, o azumolene sódico, com solubilidade 30 vezes maior. Se considerarmos a eqüipotência entre o azumolene sódico e o dantrolene sódico, o tratamento de uma crise de Hipertermia Maligna poderia ser realizado pela simples administração de 15 ml de líquido.

O Laboratório de Farmacologia da Excitação–Contração Muscular da UFRJ investigou a relação de potência entre azumolene sódico e dantrolene sódico em músculos esqueléticos e a eficiência do azumolene Sódico em reverter a crise de Hipertermia Maligna.

Com bons resultados em estudos in vitro e in vivo (cobaias), que mostraram eqüipotência entre as duas substâncias, a eficiência do azumolene foi comprovada em porcos geneticamente suscetíveis à Hipertermia Maligna. De sete porcos com Hipertermia Maligna, cinco tratados com azumolene sódico sobreviveram à crise. Os dois animais não tratados morreram logo após a inalação de halotano 1,5 vol%.

FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

A formação de recursos humanos foi fortemente considerada nos objetivos do projeto de integração entre Laboratório Cristália e UFRJ. De janeiro de 1997 a janeiro de 2003, o projeto fomentou a formação de dois doutores e três mestres. Encontram-se em andamento uma tese de doutorado e três de mestrado.



0800-7011918



Política de Privacidade | Mapa do Site ©2004 Cristália - Todos os direitos Reservados